domingo, 26 de setembro de 2010


Sempre que possível começo a ler um novo livro, assuntos variados, isso não importa, a minha única certeza é que de livro em livro, traço um caminho sem volta, em busca do autoconhecimento.
A prática de uma vida simples em contato com o que realmente é vivo, sem sombra de dúvidas, poderia me ajudar mais ainda. Não vejo a hora de ter tudo isso engatilhado. Enquanto isso, estou aqui de página em página buscando uma reciclagem, uma auto realização, fatos em que acreditar.
Livre de drogas, livre de produtos de origem animal, um sonhador caminhando para a extinção.

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Existem pessoas que querem ser diferentes, outras pessoas que pensam ser diferentes
Mas na verdade, qual a diferença? A abstinência de certas coisas me parece nociva
Ao passo que posso perceber, na verdade, castidade ou destruição, dependendo do ponto de vista, trata-se da mesma coisa.
Não usar, não fazer, com qual sentido? Auto realização ou auto afirmação?
Tenho olhado por outro ângulo, ao invés de me perder na mesma posição, e vejo que as coisas são maiores do que imaginei, são mais complexas e não tão agradáveis.
Tento, forço a cabeça, tento reencontrar sentido, mas me deparo com o circo montado, imagens distorcidas, e o espectador que tem a mesma face sem expressão ou personalidade, disposto a assumir o papel do palhaço na próxima apresentação.
Mas na verdade não há o que protestar, sempre foi e sempre vai ser a mesma coisa, com o tempo você passa a ter olhos para isso.


Palavras Chaves - Palhaçada – palhaços – auto afirmação – alienação – pessoas importantes

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O Chamado da floresta

Imagine por um minuto como seria se toda a sociedade fosse extinta, e você tivesse a oportunidade de recomeçar as coisas.
Soa estranho não é mesmo?
Afinal de contas, há muito tempo, não temos a mínima noção de como sobreviver sem hipermercado, água encanada, banho quente, dinheiro e trabalho.
Qual seria a única chance de manter-se vivo nesta situação?
Retornar as origens? Voltar a um possível estágio “primitivo”, ou melhor, explicando, em contato com o meio? Talvez seja uma boa hipótese, mas como retornar?

Fiz toda essa “meia – hora” a fim de fazer um paralelo com um livro que estou lendo, que me chamou muito a atenção, é o livro O Chamado da floresta, do autor Jack London.
Uma obra de leitura simples, enredo apaixonante, intrigante, ecocentrico, real e assustador. Sem sombra de dúvidas, o conteúdo é muito profundo e a leitura flui de maneira tão imperceptível que parece história infantil. Indicado para pessoas um pouco vislumbradas com o natural, o saudável, o real e o romântico.
A apaixonante lição de um cão que vê o retorno ao estágio primitivo, como a única saída para a sobrevivência, voltando a ser lobo, voltando a ser livre, recusando-se a ser dominado.

“O antigo desejo do nômade renasce rebelando-se dos grilhões do hábito; o instinto animal desperta de sua letargia”.


Tentei achar um link para baixar, mas não consegui, então deixarei o link do estante virtual.
Aos amigos que quiserem pegar emprestado, sem problemas!

http://www.estantevirtual.com.br/vecchiolibro/Jack-London-Chamado-da-Floresta-29111402

quinta-feira, 15 de julho de 2010

REAL VIDA SIMPLES

Fiquei alguns dias sem postar, mas agora... Vamos atualizar!
Esses dias atrás tive a oportunidade de conhecer mais uma cidade do Paraná, chama-se Foz do Jordão, fica a aproximadamente 100 km de Guarapuava minha cidade “natal¹”.
A cidade muito pequena, aconchegante e charmosa. Não fiquei muito pela região central, (“Avenida principal”) meu destino era as zonas mais afastadas a beira do rio Iguaçu.
O rio Iguaçu, pelo o que me explicaram começa em Curitiba, e desagua em Foz do Iguaçu, passei inclusive em torno de uma grande hidrelétrica, da empresa de abastecimento de energia do Paraná, chamada COPEL.
As terras da cidade por terem sido alagadas devido à construção da hidrelétrica têm como fonte de renda substancial as indenizações pagas pela COPEL.
Foram quatro dias inspiradores, capazes de retomar o sentido em muitas coisas que estavam apodrecendo.
Sem sombra de dúvidas, o interior é a vida de verdade, é o real contato do Homem com o meio, aliás, é o retorno do Homem ao local de origem.


"Nossas invenções são apenas brinquedos bonitinhos, que distraem nossa atenção das coisas sérias”.
(Henry David Thoreau)






domingo, 13 de junho de 2010

“A verdadeira felicidade tem que ser compartilhada”





Essa expressão vem em minha mente sempre que penso nas coisas relacionadas à nossa sociedade, e como o amor que sentimos por outras pessoas, pode vir a ser a solução mais inteligente pra superar as diversidades do dia a dia.
A quem justifique que esta afirmação seja alienada, ou talvez seja um discurso um tanto quanto manjado, mas finalmente após um bom amadurecimento, essas coisas estão me ajudando a superar as frustrações.
Para o futuro, penso em talvez concluir uma pós-graduação, e finalmente ter cumprido meu papel nessa sociedade moderna.
Meu destino?
- o campo, o sossego de morar rodeado de árvores, acordar com pássaros cantando, perceber o quanto não vivi em meio ao caos urbano e refletir como tudo se perde em meio ao cinza e a correria das grandes cidades.
Não pretendo ir sozinho, felizmente tenho uma companheira, com mentalidade tão interiorana quanto às musas que eu costumava admirar nos livros de Hermann Hesse, dotada de seriedade nas atitudes e tão comprometida quanto eu esperava.
Criar uma família no campo, educar meus filhos para a vida, e não para o trabalho, poder ler e reler as coisas que sempre quis, sem me preocupar em sair duas horas mais cedo para chegar ao trabalho, e certamente chegar eufórico durante as tardes de sol ameno, tomar meu delicioso chá de pêssego e meu pão caseiro, passar a vista no quintal e perceber como as plantas estão crescendo, e como os cães estão aproveitando o espaço e a terra fofa.
Certamente assim, encontrar a verdadeira felicidade.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Recicle suas idéias

Durante este feriado prolongado, tive a oportunidade de fotografar algumas coisas presentes em meu quintal, e, além disso, tive algumas novas ideias a fim de colaborar com o meio ambiente.
As fotos que serão postadas são algumas coisas que cultivamos em nosso minúsculo quintal. Minha mãe costuma dizer que plantamos as coisas em cinco Kg de terra.
Além disso, estou muito satisfeito com a separação do lixo que estamos fazendo em casa, e sinto que a conscientização que estamos adquirindo pode proporcionar resultados interessantes a posteriori.
Os papéis utilizados por mim durante o expediente no trabalho estão sendo reciclados, através de um esforço de levar de ônibus até a faculdade, onde existem lixeiras especializadas para a coleta seletiva.
Alguns amigos estão comentando que estou ficando maluco, devido a essa preocupação com meio ambiente, muitos não entendem a importância de tentar modificar as coisas, ou talvez estejam tão desanimados que não conseguem ficar confortáveis com as manifestações ainda presentes.
Ontem pela manhã ouvindo a rádio CBN, o senhor Heródoto Barbeiro, comentou sobre um ouvinte reclamando que a coleta seletiva em São Paulo, não está mais suportando a demanda do pessoal conscientizado, e que o caminhão de coleta não passa mais em seu apartamento.
E agora o que fazer? Em plena época de conscientização, as estruturas do Estado não estão suportando.


Cultivo com Xaxim de fibra de coco



Cultivo de Bucha Vegetal






Cultivo de orégano orgânico