Imagine por um minuto como seria se toda a sociedade fosse extinta, e você tivesse a oportunidade de recomeçar as coisas.
Soa estranho não é mesmo?
Afinal de contas, há muito tempo, não temos a mínima noção de como sobreviver sem hipermercado, água encanada, banho quente, dinheiro e trabalho.
Qual seria a única chance de manter-se vivo nesta situação?
Retornar as origens? Voltar a um possível estágio “primitivo”, ou melhor, explicando, em contato com o meio? Talvez seja uma boa hipótese, mas como retornar?
Fiz toda essa “meia – hora” a fim de fazer um paralelo com um livro que estou lendo, que me chamou muito a atenção, é o livro
O Chamado da floresta, do autor
Jack London.
Uma obra de leitura simples, enredo apaixonante, intrigante, ecocentrico, real e assustador. Sem sombra de dúvidas, o conteúdo é muito profundo e a leitura flui de maneira tão imperceptível que parece história infantil. Indicado para pessoas um pouco vislumbradas com o natural, o saudável, o real e o romântico.
A apaixonante lição de um cão que vê o retorno ao estágio primitivo, como a única saída para a sobrevivência, voltando a ser lobo, voltando a ser livre, recusando-se a ser dominado.
“O antigo desejo do nômade renasce rebelando-se dos grilhões do hábito; o instinto animal desperta de sua letargia”. Tentei achar um link para baixar, mas não consegui, então deixarei o link do estante virtual.
Aos amigos que quiserem pegar emprestado, sem problemas!
http://www.estantevirtual.com.br/vecchiolibro/Jack-London-Chamado-da-Floresta-29111402